A data é dia 05/12 de 2010, um Domingo de sol forte, calor quase in-suportável, para não dizer insuportável. Seis da manhã acordo de uma noite mal dormida. A ansiedade na véspera da decisão tomava conta de corpo e alma, só consegui dormir às três da manhã. Depois de um breve café da ma-nhã e um bate-papo com a minha querida mãe, resolvi sair para dar um mer-gulho em uma das praias mais bonitas do mundo, Prainha- Rio de Janeiro. Ao sair pela porta ouço a famosa benção, a mesma que ouço desde criança sem-pre ao me despedir: “vai com Deus”, mas dessa vez a benção veio seguida de um: “boa sorte meu filho”. Sabia que a minha mãe, botafoguense de coração, roeria unhas, e sofreria diante da televisão por uma vitória do Fluminense. Não por ser fanática por futebol, longe disso, mas pelos simples fato de me ver feliz. Ali naquele momento, como que num colo de mãe, voltei a ser cri-ança pela primeira vez.
Já na areia abri a cadeira, o guarda-sol e com muito orgulho pendurei a bandeira, finquei ali na beira do mar, no meio da praia, o território tricolor. Sob o sol escutei muitas frases de incentivo e algumas gozações, faz parte do futebol. Não quis ler os jornais, queria me desligar um pouco, mas a cada bip de hora em hora do meu relógio vinha o pensamento, está chegando a hora.
Lá pelas onze da manhã meu telefone toca, era Dudu Miranda um grande amigo flamenguista. Eu tinha prometido para mim mesmo não me permitir nenhum contato com os torcedores do maior rival para não dar azar. Pensei duas vezes, olhei o celular e resolvi atender. Para minha surpresa Du-du queria me desejar boa sorte, suas palavras ao telefone chegaram a me e-mocionar:
“hoje o dia é seu, seu time vai ser campeão no país do futebol, vai cur-tir, beba todas porque é muito bom ser campeão brasileiro. Boa sorte meu velho”. Agradeci e corri para meu último mergulho, me atirei na água feito criança. Voltei a ser criança pela segunda vez.
Liguei o carro e fui da Prainha ao Leblon, o que se via era uma cidade pintada de três cores, carros, janelas, bancas de jornal, por todos os cantos só se via a bandeira do Fluminense. Cheguei à casa da minha namorada e fui direto até a gaveta do armário, peguei o manto, deixei dobradinho em cima da cama e fui tomar banho. Abri uma cerveja e comecei a me aprontar, parei na frente do espelho de meia, tênis, bermuda, camisa tricolor, me olhei de cima à baixo, senti que faltava algo. Faltava uma molecagem, uma infantilidade, fal-tava me sentir criança. Nada mais moleque que pintar os cabelos de verde, branco e grená, pronto, pela terceira vez volto a ser criança. Cabelo pintado, rumo ao Engenhão.
São quatro horas da tarde, falta uma hora para o início do jogo. Ali à minha volta amigos de infância e adolescência, Lele, Léo Fino, Léo Bolão, Artur, todos nós passamos vinte e seis anos juntos em busca desse título. Fo-ram Domingos e Domingos na arquibancada do Maracanã. Momentos sofri-dos, como a queda para a Segunda e Terceira divisões. Abraços apertados a cada gol decisivo, lágrimas na perda da Libertadores. Hoje não poderíamos sair dali sem chorar novamente, mas chorar de emoção. Meu ingresso era no setor Sul, o deles no setor Leste, fiz questão de pagar mais cem reais e trocar meu ingresso para assistir ao jogo junto com os amigos dessa longa caminha-da. Foram noventa minutos de tensão, até o apito final, quando enfim pude-mos soltar o grito de Tri-Campeão. O Engenhão chorou de alegria, a torcida mais bonita do mundo merecia isso, por tudo que passou e por tudo que fez. Meu coração explodiu, feito criança chorei, ali estava eu nos entornos do En-genhão chorando como uma criança perdida. Voltei a ser criança pela quarta vez.
Parti para a festa, Baixo Gávea era o meu destino, antes fui dar uma abraço em minha família, brindar com eles. No caminho para a festa desaba um temporal, São Pedro mandou água para lavar a alma tricolor. Ao chegar no Baixo Gávea, milhares de tricolores debaixo de chuva a cantar e festejar. Bares lotados, chopp saindo gelado. Em um primeiro momento torci para a chuva não cair, reclamei do temporal, mas nada melhor para completar meu Domingo. Mergulhei na chuva, pulei, cantei embaixo de um temporal de de-sabar encostas. Se meu pai fosse vivo diria: sai da chuva, você vai pegar um resfriado. Mas lá de cima talvez ao lado de São Pedro ele me viu voltar a ser criança.
Os meus amigos vascaínos, flamenguistas e botafoguenses diziam que eu nunca tinha visto meu time ser campeão brasileiro, pois em 1984 eu tinha apenas seis anos de idade, e mal lembrava ou saberia distinguir aquele título. Então vos digo caros amigos, continuo sem ver meu time campeão brasileiro, pois no Domingo dia 05/12 de 2010 eu voltei a ser criança.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
TIME PEQUENO!

Galera venho aqui mais uma vez transmitir minha tristeza com o que fazem com a instituição Botafogo. Vale lembrar, como sempre lembro, que tenho uma admiração enorme por esse clube que um dia já foi grande. Explico:É prazeroso ver um primeiro tempo onde a equipe do Botafogo se portou como a muito tempo eu não via. Jogou como time grande, jogo aberto, franco, se portou como Botafogo de Garrincha, Nilton Santos e muitos outros. Fiquei tão saudoso que abri uma cerveja, pois até então não estava bebendo. Mas aí vem o segundo tempo e aquela síndrome de time pequeno que o Botafogo tem, novamente vem à campo. No campeonato Carioca antes deste jogo já erão duas eliminações para o Botafogo, ano passado e ano retrasado se não me engano. Em ambas eliminações não vi o Botafogo jogar como time grande. Quando ontem finalmente vejo o meu querido Fluminense jogar com um Botafogo que levantou a cabeça e jogou um primeiro tempo de igual para igual, me vem o segundo tempo.Ó TRISTEZA, os onze jogadores do Bostafogo, pois voltou a ser Bostafogo, no seu campo de defesa, se coubesse os onze jogadores dentro da sua área, o Gay Franco colocaria. Jogadores caindo no chão simulando contusões, nenhum chute ao gol do Fluminense, sua torcida calada, aflita, parecia que eu já estava jogando a final com o Resende, que esse sim, jogou de igual para igual com o Flamengo.Só me resta esperar que um dia o Botafogo volte a ser Botafogo, pois quando chega as finais com o Flamengo dá pena de ver essa grande instituição ser tratada como time pequeno, onde tudo e principalmente os juízes são nitidamente favoráveis ao Flamengo. Mas Botafogo escute-me, isso só acontecerá quando se portar como um Botafogo do primeiro tempo dessa semi-final, senão o Flamengo vai deitar e rolar como se estivesse jogando finais com Volta Redonda e Americano.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O BLOG DEMOROU, MAS VOLTOU!

Nada melhor do que voltar à ativa falando do carnaval. Parece que o canaval no Rio de Janeiro começou adiantado. No último final de semana teve blocos de carnaval para todos os gostos, infelizmente o Geral só marcou presença no famoso e já tradicional Chupa Mas Não Baba. De saldo, resta o protesto em relação ao atraso na saída do bloco que estava marcado para às 16:00 e só foi descer as ladeiras da Cardosão por volta das 17:30, depois foi só animação. Mas a boa dos blocos esse fim de semana foi a Orquestra Céu na Terra, quem foi disse: "imperdível". Confira aí um pouco da animação: http://www.youtube.com/watch?v=LfBjuLvTm7M
À noite para quem ainda tinha folego valeu a pena conferir o show do Rappa, Falcão e compania estrondaram o Oi Noites Cariocas.
No Domingo, meu Deus, o Geral ibernou, curou a ressaca e se poupou para o carnaval, mas teve Suvaco do Cristo, Escravos da Mauá e Gigantes da Lira, para mim o mais charmoso de todos.
Já que Domingo o Geral tirou folga, ontem não poderia deixar de comparecer no último ensaio da Orquestra Imperial no Circo Voador. A tradicional animação da banda e o bom gosto musical colocaram a galera para pular carnaval em plena Segunda-Feira. Parece que por ser o último todos estavam mais que animados, uma salva de palmas para a Orquestra tocando junto com DJ Malboro, sensacional, funk no cavaquinho e no pandeiro. Ainda não tenho as imagens, mas prometo postar brevemente.
Bom gente o Geral vai passar o scaner no carnaval do Rio, resta saber se ao final do carnaval os arquivos não serão deletados, mas prometo contar tudo "du bom", que for possível lembrar.
À noite para quem ainda tinha folego valeu a pena conferir o show do Rappa, Falcão e compania estrondaram o Oi Noites Cariocas.
No Domingo, meu Deus, o Geral ibernou, curou a ressaca e se poupou para o carnaval, mas teve Suvaco do Cristo, Escravos da Mauá e Gigantes da Lira, para mim o mais charmoso de todos.
Já que Domingo o Geral tirou folga, ontem não poderia deixar de comparecer no último ensaio da Orquestra Imperial no Circo Voador. A tradicional animação da banda e o bom gosto musical colocaram a galera para pular carnaval em plena Segunda-Feira. Parece que por ser o último todos estavam mais que animados, uma salva de palmas para a Orquestra tocando junto com DJ Malboro, sensacional, funk no cavaquinho e no pandeiro. Ainda não tenho as imagens, mas prometo postar brevemente.
Bom gente o Geral vai passar o scaner no carnaval do Rio, resta saber se ao final do carnaval os arquivos não serão deletados, mas prometo contar tudo "du bom", que for possível lembrar.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
EXTRA, EXTRA!

A delegação do Boca Juniors continua a procura do seu “astro” Riquelme, a delegação diz que depois de desembarcar no Rio de Janeiro Riquelme desapareceu e não foi mais visto. Já a torcida do River Plave, o maior rival, especula que Riquelme nem embarcou no avião que trouxe a delegação do Boca. O certo é que cerca de 1 milhão de torcedores da torcida arco-íris que esperavam ver uma grande atuação do “astro” na casa do Flu, pois se o Maracanã é casa de alguém esse alguém é o Flu, ficaram decepcionados com a ausência de Riquelme em campo.
Começam a surgir boatos de que Riquelme desembarcou no Rio sim, mas logo foi recebido pela torcida FLA-BOQUETE no saguão do aeroporto Tom Jobim. Empolgado com a recepção calorosa, RIQUELME não teve dúvidas, resolveu se filiar a torcida FLA-BOQUETE e cair na farra. Fontes seguras garantem que na hora do jogo Riquelme estava no motel Papilon, na Barra da Tijuca na companhia de três travestis. Dizem alguns funcionários que Riquelme aparentemente bêbado e alterado, dizia a toda hora que seu ídolo era Ronaldo Fenômeno e que para homenagear o ídolo e toda a torcida do Flamengo resolveu papar traveco em vez de cumprir seu dever no Maracanã.
Riquellme ao saber do resultado do jogo, ainda no motel, minimizou a perda dizendo que estava muito feliz por ter se descoberto no Brasil e que não quer mais jogar no Boca Juniors e sim no Flamengo. Ainda disse que seu sonho é formar o ataque das bichas com Ronaldo e Richarlyson, todos vestidos com a camisa rubro-negra. Disse também que Eva Peron não é mais sua musa e rainha e sim a travesti Andréa, ex- affair do Fênomeno.
Resta saber se eles vão formar o ataque do Flamengo ou se vão prefirir mudar de posição e jogar na lateral, E COM MUITO PRAZER tomar bola nas costas.
Começam a surgir boatos de que Riquelme desembarcou no Rio sim, mas logo foi recebido pela torcida FLA-BOQUETE no saguão do aeroporto Tom Jobim. Empolgado com a recepção calorosa, RIQUELME não teve dúvidas, resolveu se filiar a torcida FLA-BOQUETE e cair na farra. Fontes seguras garantem que na hora do jogo Riquelme estava no motel Papilon, na Barra da Tijuca na companhia de três travestis. Dizem alguns funcionários que Riquelme aparentemente bêbado e alterado, dizia a toda hora que seu ídolo era Ronaldo Fenômeno e que para homenagear o ídolo e toda a torcida do Flamengo resolveu papar traveco em vez de cumprir seu dever no Maracanã.
Riquellme ao saber do resultado do jogo, ainda no motel, minimizou a perda dizendo que estava muito feliz por ter se descoberto no Brasil e que não quer mais jogar no Boca Juniors e sim no Flamengo. Ainda disse que seu sonho é formar o ataque das bichas com Ronaldo e Richarlyson, todos vestidos com a camisa rubro-negra. Disse também que Eva Peron não é mais sua musa e rainha e sim a travesti Andréa, ex- affair do Fênomeno.
Resta saber se eles vão formar o ataque do Flamengo ou se vão prefirir mudar de posição e jogar na lateral, E COM MUITO PRAZER tomar bola nas costas.

E viva a FLA-BOQUETE!!!
Não chore por mim Boca Juniors
Abs!!!
Abs!!!
quarta-feira, 16 de abril de 2008
COMIDA DE BOTECO!

BAR DO ADÃO Avenida Engenheiro Richard 105 A, Grajaú (2577-0730). Ter a dom, das 10h às 2h. Seg, das 17h à 1h. C.c.: Todos. Numa esquina do Grajaú, o bar, inaugurado em 1928, reúne gente de todos os cantos da cidade. O ponto alto da casa são os pastéis: são 60 sabores, desde os tradicionais de carne, queijo e frango (R$ 2,30), camarão (R$ 2, 80), até os mais sofisticados, de queijo brie com damasco (R$ 3,70) e o canadense, com salmão defumado, catupiry e geléia de damasco (R$ 3,70). Para beber, tulipa (R$ 2,95) e garoto (R$ 2,40) de Chope Sol.
BAR URCA Rua Cândido Gaffré 205, Urca (2295-8744). Ter a sáb, das 7h à 0h. Dom, das 7h às 21h. Cc.: Todos. O charmoso bar é o único que fica cheio de gente sem ocupar o seu balcão. A graça é sentar na muretinha em frente ao local, de onde se tem belíssima vista da Baía de Guanabara e de alguns nostálgicos barquinhos de pescador que ficam ancorados por ali. Os garçons atravessam a pista levando os petiscos, que têm entre os mais pedidos a empada de camarão (R$ 3) e o bolinho de bacalhau (R$ 1,80). Tem cerveja de marcas variadas, como Skol a R$ 4.
BECO DO RATO Rua Joaquim Silva 11, Lapa (2508-9574). Seg a sex, das 9h ao último cliente. Dom, das 10h à meia-noite. Cc: Todos. Bar de extensa programação cultural, com rodas de chorinho e samba, o Beco do Rato oferece boa comida de inspiração mineira tanto nos pratos quanto nos petiscos, sempre em boas porções a preços honestos. A lingüiça mineira sai por R$ 15 a porção, que dá para 3 ou 4 pessoas. O pastel de angu, porção com 10, sai por R$ 18, e o pastel de ‘umbigo’ de banana com carne, que aproveita as pontas das bananas, sai por R$ 19. Na prateleira, 101 tipos de cachaça.
BOTECO DA GARRAFA Rua Bolívar 27, loja A, Copacabana (2255-1680). Seg a sex, a partir das 16h. Sab, dom e fer, a partir do meio-dia. Cc: American. Com mais de 20 marcas de cerveja de várias partes do mundo, todas em garrafa, o bar capricha em petiscos como lingüiça de carneiro na chapa com cebola (R$ 15); mini-hambúrguer de picanha gratinado com cheddar (R$ 12 a porção); palitos de polenta frita com molho de mostarda e mel (R$ 12) e pastéis como os de rabada, carne assada com abacaxi e ainda calabresa com provolone (R$ 4).
CANECO GELADO DO MÁRIO Rua Visconde do Uruguai, lojas 5 e 6, Centro, Niterói. (2620-6787). Seg a sex, das 9h às 23h. Sáb, das 9h às 21h. Cc.: Todos. O português Mário Martins comanda de perto a produção dos bolinhos de bacalhau (R$ 3,30) mais saborosos da Cidade Sorriso. Há também os pastéis de siri e camarão (R$ 2,20), que têm massa feita exclusivamente para o bar. Vale atravessar a ponte para conferir.
CERVANTES Rua Barata Ribeiro 7, Copacabana (2275- 6147). Ter a qui, das 12h às 4h. Sex e sáb, das 12h às 6h. C.c.: Todos. O bar, que fica aberto até altas horas, é um dos pontos preferidos dos notívagos famintos, servindo um dos melhores sanduíches da cidade. Os campeões de pedidos são o filé mignon com queijo com abacaxi (R$ 14), pernil com queijo e abacaxi (R$ 11) e o pão com lingüiça (R$ 5). O chope é Brahma, em caldeireta de 360 ml (R$ 4).
PAVÃO AZUL Rua Hilário de Gouveia 71A-B, Copacabana (2236-2381). Seg a sáb, das 12h ao último cliente. Dom, das 12h às 20h. Cc.: Visa. Sob comando, há 30 anos, das irmãs Bete e Vera Afonso, e de seus filhos e netos, o concorrido boteco tem como especialidade as deliciosas pataniscas portuguesas (bolinhos de bacalhau sem farinha ou batata), a R$ 1,40. Segundo Bete, os pastéis também saem muito: tem de carne, queijo, camarão e queijo com tomate secco, todos a R$ 1,20. Outro destaque é o caldinho de feijão, a R$ 3,50. Antarctica Original a R$ 4.
PICOTE Rua Marquês de Paraná 128, Flamengo, (2552-1799). Seg a sáb, das 6h à 1h. Dom, das 7h às 19h. O tradicional pé-sujo espalha mesinhas pela calçada para melhor acomodar os boêmios, que podem se servir de petiscos como o polvo à vinagrete (R$ 20) ou camarão ao alho e óleo (R$ 20), além, é claro, do chope Brahma muito bem tirado. (R$ 3 a tulipa e R$ 2,70 o garoto).
RIO-BRASÍLIA Rua Almirante Gavião 11 G, Tijuca (2254- 8292). Seg a sáb, das 8h à 0h. Dom, das 8h às 21h. Se botequim que é botequim se apresenta aos clientes com azulejo na parede, imagem de São Jorge e cerveja estupidamente gelada, o Rio-Brasília é um original exemplar do gênero. A cozinha da casa, que tem como carro-chefe a sardinha frita (R$ 8), oferece ainda petiscos como a lingüiça calabresa (R$ 10) e fina (R$ 14). Para acompanhar, o bar ainda serve batidas de maracujá ou limão (R$ 1,50).
TOCA DO BAIACU Rua do Ouvidor 41, Centro (2509-6520). Seg a sáb, das 11h até o último cliente. Cc.: Visa e Mastercard. Inspirado no apelido de um garçom, que ostenta alguns quilinhos a mais, o proprietário Marcos Targino nomeou seu legítimo pé-sujo, que fica no coração da cidade. Marquinhos, como é conhecido, é também quem define, de acordo com sua vontade (e humor), a lista de pratos do cardápio, que não é fixo e muda com certa regularidade. Entre os tira-gostos estão a batata portuguesa (R$ 8), pastéis variados (R$ 8 a porção com seis) e o siri chileno, servido com molho de manteiga e alho, que pode servir até 8 pessoas (R$ 95 o quilo). O movimento do bar cresce quando, quinzenalmente, aos sábados, rola uma roda de samba na livraria ao lado.
EM ÓTIMA COMPANHIA Os pratos de frutos do mar, acompanhados de taças (ou garrafas) de vinho rosé são as estrelas de festival gastronômico no restaurante Garden, realizado em parceria com o La Botella. No pedido de algum dos pratos selecionados, a primeira taça é cortesia da casa, entre rótulos de vinhos rosados argentinos. São 16 sugestões, de cherne e linguado a camarão, lula e polvo. Entre os vinhos disponíveis há exemplares franceses, espanhóis, argentinos e sul-africanos. No cardápio há sabores como linguado à Cleópatra, que é grelhado com molho de manteiga clarificada, camarões, champignon e uvas, com batatas coradas e flores de brócolis (R$ 34,50); lulas empanadas e recheadas de camarão com catupiry, acompanhadas de risoto de limão; e arroz de polvo com brócolis e alho (R$ 42,50). Todos os sabores do mar casam perfeitamente com o frescor e a leveza dos vinhos rosés. Serviço:RUA Visconde de Pirajá 631, Ipanema (2259-3455). De seg a sab, das 12h às 2h; dom, das 12h às 18h. Cc: Mastercard, Amex, Dinners.
SABORES BRASILEIROS Já estão fervendo as panelas do Festival Brasil Sabor, que envolve restaurantes de todo o País com receitas caprichadas a preços convidativos. Entre os 35 participantes cariocas há casas como o Bar do Mineiro, em Santa Teresa (2221-9227), com feijoada completa a R$ 35; e a Cachaçaria Petisco da Vila, em Del Castilho (2583-1506), que apresenta seu Coelho Real à Caçadora, com tomate, cenoura, pimentão, bacon e batatas a R$ 38,80. A rede Na Pressão também está na festa e o restaurante de Bangu (3423- 9556) oferece o galeto grelhado com polenta frita, a R$ 19. No NorteShopping (2269-3206), o prato escolhido é o filé mignon à parmeggiana, acompanhado de arroz branco e batata frita, a R$ 27; e na filial do Downtown (2493-2062), na Barra da Tijuca, a carne-de-sol servida na chapa e acompanhada de manteiga de garrafa, queijo coalho, aipim cozido e farofa de banana sai por R$ 33.
BAR URCA Rua Cândido Gaffré 205, Urca (2295-8744). Ter a sáb, das 7h à 0h. Dom, das 7h às 21h. Cc.: Todos. O charmoso bar é o único que fica cheio de gente sem ocupar o seu balcão. A graça é sentar na muretinha em frente ao local, de onde se tem belíssima vista da Baía de Guanabara e de alguns nostálgicos barquinhos de pescador que ficam ancorados por ali. Os garçons atravessam a pista levando os petiscos, que têm entre os mais pedidos a empada de camarão (R$ 3) e o bolinho de bacalhau (R$ 1,80). Tem cerveja de marcas variadas, como Skol a R$ 4.
BECO DO RATO Rua Joaquim Silva 11, Lapa (2508-9574). Seg a sex, das 9h ao último cliente. Dom, das 10h à meia-noite. Cc: Todos. Bar de extensa programação cultural, com rodas de chorinho e samba, o Beco do Rato oferece boa comida de inspiração mineira tanto nos pratos quanto nos petiscos, sempre em boas porções a preços honestos. A lingüiça mineira sai por R$ 15 a porção, que dá para 3 ou 4 pessoas. O pastel de angu, porção com 10, sai por R$ 18, e o pastel de ‘umbigo’ de banana com carne, que aproveita as pontas das bananas, sai por R$ 19. Na prateleira, 101 tipos de cachaça.
BOTECO DA GARRAFA Rua Bolívar 27, loja A, Copacabana (2255-1680). Seg a sex, a partir das 16h. Sab, dom e fer, a partir do meio-dia. Cc: American. Com mais de 20 marcas de cerveja de várias partes do mundo, todas em garrafa, o bar capricha em petiscos como lingüiça de carneiro na chapa com cebola (R$ 15); mini-hambúrguer de picanha gratinado com cheddar (R$ 12 a porção); palitos de polenta frita com molho de mostarda e mel (R$ 12) e pastéis como os de rabada, carne assada com abacaxi e ainda calabresa com provolone (R$ 4).
CANECO GELADO DO MÁRIO Rua Visconde do Uruguai, lojas 5 e 6, Centro, Niterói. (2620-6787). Seg a sex, das 9h às 23h. Sáb, das 9h às 21h. Cc.: Todos. O português Mário Martins comanda de perto a produção dos bolinhos de bacalhau (R$ 3,30) mais saborosos da Cidade Sorriso. Há também os pastéis de siri e camarão (R$ 2,20), que têm massa feita exclusivamente para o bar. Vale atravessar a ponte para conferir.
CERVANTES Rua Barata Ribeiro 7, Copacabana (2275- 6147). Ter a qui, das 12h às 4h. Sex e sáb, das 12h às 6h. C.c.: Todos. O bar, que fica aberto até altas horas, é um dos pontos preferidos dos notívagos famintos, servindo um dos melhores sanduíches da cidade. Os campeões de pedidos são o filé mignon com queijo com abacaxi (R$ 14), pernil com queijo e abacaxi (R$ 11) e o pão com lingüiça (R$ 5). O chope é Brahma, em caldeireta de 360 ml (R$ 4).
PAVÃO AZUL Rua Hilário de Gouveia 71A-B, Copacabana (2236-2381). Seg a sáb, das 12h ao último cliente. Dom, das 12h às 20h. Cc.: Visa. Sob comando, há 30 anos, das irmãs Bete e Vera Afonso, e de seus filhos e netos, o concorrido boteco tem como especialidade as deliciosas pataniscas portuguesas (bolinhos de bacalhau sem farinha ou batata), a R$ 1,40. Segundo Bete, os pastéis também saem muito: tem de carne, queijo, camarão e queijo com tomate secco, todos a R$ 1,20. Outro destaque é o caldinho de feijão, a R$ 3,50. Antarctica Original a R$ 4.
PICOTE Rua Marquês de Paraná 128, Flamengo, (2552-1799). Seg a sáb, das 6h à 1h. Dom, das 7h às 19h. O tradicional pé-sujo espalha mesinhas pela calçada para melhor acomodar os boêmios, que podem se servir de petiscos como o polvo à vinagrete (R$ 20) ou camarão ao alho e óleo (R$ 20), além, é claro, do chope Brahma muito bem tirado. (R$ 3 a tulipa e R$ 2,70 o garoto).
RIO-BRASÍLIA Rua Almirante Gavião 11 G, Tijuca (2254- 8292). Seg a sáb, das 8h à 0h. Dom, das 8h às 21h. Se botequim que é botequim se apresenta aos clientes com azulejo na parede, imagem de São Jorge e cerveja estupidamente gelada, o Rio-Brasília é um original exemplar do gênero. A cozinha da casa, que tem como carro-chefe a sardinha frita (R$ 8), oferece ainda petiscos como a lingüiça calabresa (R$ 10) e fina (R$ 14). Para acompanhar, o bar ainda serve batidas de maracujá ou limão (R$ 1,50).
TOCA DO BAIACU Rua do Ouvidor 41, Centro (2509-6520). Seg a sáb, das 11h até o último cliente. Cc.: Visa e Mastercard. Inspirado no apelido de um garçom, que ostenta alguns quilinhos a mais, o proprietário Marcos Targino nomeou seu legítimo pé-sujo, que fica no coração da cidade. Marquinhos, como é conhecido, é também quem define, de acordo com sua vontade (e humor), a lista de pratos do cardápio, que não é fixo e muda com certa regularidade. Entre os tira-gostos estão a batata portuguesa (R$ 8), pastéis variados (R$ 8 a porção com seis) e o siri chileno, servido com molho de manteiga e alho, que pode servir até 8 pessoas (R$ 95 o quilo). O movimento do bar cresce quando, quinzenalmente, aos sábados, rola uma roda de samba na livraria ao lado.
EM ÓTIMA COMPANHIA Os pratos de frutos do mar, acompanhados de taças (ou garrafas) de vinho rosé são as estrelas de festival gastronômico no restaurante Garden, realizado em parceria com o La Botella. No pedido de algum dos pratos selecionados, a primeira taça é cortesia da casa, entre rótulos de vinhos rosados argentinos. São 16 sugestões, de cherne e linguado a camarão, lula e polvo. Entre os vinhos disponíveis há exemplares franceses, espanhóis, argentinos e sul-africanos. No cardápio há sabores como linguado à Cleópatra, que é grelhado com molho de manteiga clarificada, camarões, champignon e uvas, com batatas coradas e flores de brócolis (R$ 34,50); lulas empanadas e recheadas de camarão com catupiry, acompanhadas de risoto de limão; e arroz de polvo com brócolis e alho (R$ 42,50). Todos os sabores do mar casam perfeitamente com o frescor e a leveza dos vinhos rosés. Serviço:RUA Visconde de Pirajá 631, Ipanema (2259-3455). De seg a sab, das 12h às 2h; dom, das 12h às 18h. Cc: Mastercard, Amex, Dinners.
SABORES BRASILEIROS Já estão fervendo as panelas do Festival Brasil Sabor, que envolve restaurantes de todo o País com receitas caprichadas a preços convidativos. Entre os 35 participantes cariocas há casas como o Bar do Mineiro, em Santa Teresa (2221-9227), com feijoada completa a R$ 35; e a Cachaçaria Petisco da Vila, em Del Castilho (2583-1506), que apresenta seu Coelho Real à Caçadora, com tomate, cenoura, pimentão, bacon e batatas a R$ 38,80. A rede Na Pressão também está na festa e o restaurante de Bangu (3423- 9556) oferece o galeto grelhado com polenta frita, a R$ 19. No NorteShopping (2269-3206), o prato escolhido é o filé mignon à parmeggiana, acompanhado de arroz branco e batata frita, a R$ 27; e na filial do Downtown (2493-2062), na Barra da Tijuca, a carne-de-sol servida na chapa e acompanhada de manteiga de garrafa, queijo coalho, aipim cozido e farofa de banana sai por R$ 33.
quinta-feira, 27 de março de 2008
FERIADÃO!

A Semana Santa é um período religioso do Cristianismo e do Judaísmo que celebra a subida de Jesus Cristo ao Monte Calvário, a sua crucificação e a sua ressurreição.No século IV, algumas comunidades cristãs passaram a vivenciar a paixão, a morte e a ressurreição, o que exigia três dias de celebração, consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Cristo. Jerusalém, por ter sido o local desses acontecimentos, é que deu início a essa tradição seguida pelas demais igrejas. Assim a sexta-feira comemora especialmente a morte de Jesus Cristo, o sábado era o dia de luto e o domingo era a festa da ressurreição.
Bom a festa do Geral começou na Quinta com um belo jantar no Bar do Zé, um dos melhores restaurantes de Búzios, especialidade frutos do mar, uma boa carta de vinhos e drinks fabulosos, em especial a caipirinha de Lichia. Sexta-Feira montamos nosso QG na praia de Geribá, sol forte, água cristalina e depois do meio-dia começamos a degustar as batidas, as caipvodkas e o tratamento Vip do quiosque do Mineiro que fica no canto esquerdo da praia. Final de tarde, pôr-do-sol, o Geral foi conferir a Happy Hour do FishBone, nada em especial, mas valeu pela descontração pós-praia. A noite chega e a mais nova badalação de Búzios exibe filas quilométricas, a boate “PACHA”, no feriado, é algo insuportável, talvez por ser novidade, talvez por ser feriado, mas a verdade é que a galera que não conseguiu acesso foi curtir a Privilege.
Noite feita e mais um dia de sol pela frente, Sabadão o povo foi conferir as águas calmas da Ferradurinha, aliás para quem tem filhos pequenos é a melhor pedida. Fim de tarde um passeio pela rua das Pedras, por sinal bem movimentada, um pit-stop para um cafézinho nas diversas cafeterias que a rua abriga. À noite as boates da rua das Pedras funcionando a todo vapor, mas o Geral resolveu fazer algo diferente e foi curtir um forrózinho na Ferradurinha. Pouca gente, forró Pé-de-Serra, fogueira e o gostoso barulho do encontro da água do mar com a areia da praia, de arrepiar, sem contar a lua cheia ilustrando o cenário. As 4h da matina, pé na estrada rumo ao sítio Arte de Viver, onde estava sendo realizada a festa Ápice. O Geral dançou das 4h até as 8h, e olha que quando o Geral foi embora os tranceiros de carteirinha ainda se esbaldavam ao som do Dj israelense.
Fim de festa pro Geral do Rio e aguardem as próximas noticías, porque o Geral tá sempre lá, e não perde as Boas!!
Bom a festa do Geral começou na Quinta com um belo jantar no Bar do Zé, um dos melhores restaurantes de Búzios, especialidade frutos do mar, uma boa carta de vinhos e drinks fabulosos, em especial a caipirinha de Lichia. Sexta-Feira montamos nosso QG na praia de Geribá, sol forte, água cristalina e depois do meio-dia começamos a degustar as batidas, as caipvodkas e o tratamento Vip do quiosque do Mineiro que fica no canto esquerdo da praia. Final de tarde, pôr-do-sol, o Geral foi conferir a Happy Hour do FishBone, nada em especial, mas valeu pela descontração pós-praia. A noite chega e a mais nova badalação de Búzios exibe filas quilométricas, a boate “PACHA”, no feriado, é algo insuportável, talvez por ser novidade, talvez por ser feriado, mas a verdade é que a galera que não conseguiu acesso foi curtir a Privilege.
Noite feita e mais um dia de sol pela frente, Sabadão o povo foi conferir as águas calmas da Ferradurinha, aliás para quem tem filhos pequenos é a melhor pedida. Fim de tarde um passeio pela rua das Pedras, por sinal bem movimentada, um pit-stop para um cafézinho nas diversas cafeterias que a rua abriga. À noite as boates da rua das Pedras funcionando a todo vapor, mas o Geral resolveu fazer algo diferente e foi curtir um forrózinho na Ferradurinha. Pouca gente, forró Pé-de-Serra, fogueira e o gostoso barulho do encontro da água do mar com a areia da praia, de arrepiar, sem contar a lua cheia ilustrando o cenário. As 4h da matina, pé na estrada rumo ao sítio Arte de Viver, onde estava sendo realizada a festa Ápice. O Geral dançou das 4h até as 8h, e olha que quando o Geral foi embora os tranceiros de carteirinha ainda se esbaldavam ao som do Dj israelense.
Fim de festa pro Geral do Rio e aguardem as próximas noticías, porque o Geral tá sempre lá, e não perde as Boas!!
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